O Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, que é a taxa de juros básicos da economia brasileira, para 14,25% ao ano. A alta de 1 ponto percentual em relação ao valor anterior (13,25%), foi influenciada pela alta dos preços dos alimentos e da energia, e pelas incertezas da economia global, atualmente.

Essa foi a quinta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde outubro de 2016, quando também atingiu os 14,25% ao ano. De acordo com o Banco Central (BC), o Copom informou que nas próximas reuniões, previstas para maio, elevará a Selic “em menor magnitude”, mas não deixou pistas do que virá depois disso.

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A taxa Selic é usada pelo Banco Central como instrumento para manter o controle da inflação no país. A meta da taxa Selic é determinada a cada 45 dias e influencia diretamente as taxas de juros praticadas pelos bancos, atingindo o cliente final.

Com a Selic em alta, os juros cobrados em financiamentos, empréstimos, e cartão de crédito sobem. Além disso, encarece os custos de capital para as empresas e impacta na melhora da remuneração da renda fixa.